Arquivo diários:28 de novembro de 2018

musse

Arte E Sabores – Musse De Pêssego

Bolo musse de pêssego

Ingredientes

  • Biscuit de chocolate sem farinha
  • 240g de gemas
  • 125g de açúcar
  • 150g de chocolate derretido
  • 300g de claras
  • 150g de açúcar

Musse

  • 480 g de pêssego em calda
  • 150 g de açúcar
  • 18 g de gelatina em folhas hidratada em água fria
  • 1.050 g de creme de leite batido
  • pêssegos salteados
  • 500 g de pêssegos em calda escorridos e picados em cubos
  • 60 g de manteiga

Modo de Preparo

Biscuit de chocolate sem farinha: bata as gemas e o açúcar até ficar branco e leve. Acrescente o chocolate derretido e misture. Faça um merengue com as claras e o outro açúcar, e incorpore a primeira mistura.

Espalhe sobre uma assadeira com papel-manteiga e leve ao forno a 200°C por, aproximadamente, 4 minutos. Retire do forno e desenforme.

Musse: bata os pêssegos no liquidificador com um pouco da calda, até obter um purê. Faça um caramelo com o açúcar e incorpore o purê aquecido a 100°C.

Adicione a gelatina e misture para dissolver. Tão logo esfrie, incorpore o creme batido (esta etapa só deve ser feita na hora em que os bolos estiverem prontos para serem montados). Derreta a manteiga numa frigideira.

Acrescente o pêssego e cozinhe até “quase” secar. Modele em aros redondos e leve ao freezer.

Montagem: num aro de 20 cm de diâmetro, faça uma camada de biscuit de chocolate sem farinha de 18 cm de diâmetro (regue com a calda dos pêssegos diluída com vodca).

Distribua uma camada de musse e, logo em seguida, o disco de pêssegos congelados. Coloque mais uma camada de biscuit, regue com a calda e complete com musse até o final.

Leve ao congelador por 4 horas. No momento de servir, desenforme, pincele com geléia de brilho. Decore com 1/2 pêssego gratinado e com chocolate.

História Cultural Do Brasil

História Cultural Do Brasil

Conheça neste artigo um pouco da história cultural do Brasil

A cultura brasileira reflete os vários povos que constituem a demografia desse país sul-americano: indígenas, europeus, africanos, asiáticos, árabes etc.

Como resultado da intensa miscigenação e convivência dos povos que participaram da formação do Brasil surgiu uma realidade cultural peculiar, que inclui aspectos das várias culturas.

Cultura pode ser definida como o conjunto formado pela linguagem, crenças, hábitos, pensamento e arte de um povo. Outra definição de cultura se refere mais estritamente às artes de caráter mais erudito: literatura, pintura, escultura, arquitetura e artes decorativas.

Formação da cultura brasileira

O substrato básico da cultura brasileira formou-se durante os séculos de colonização, quando ocorre a fusão primordial entre as culturas dos indígenas, dos europeus, especialmente portugueses, e dos escravos trazidos da África subsahariana.

A partir do século XIX, a imigração de europeus não-portugueses e povos de outras culturas, como árabes e asiáticos, adicionou novos traços ao panorama cultural brasileiro.

Também foi grande a influência dos grandes centros culturais do planeta, como a França, a Inglaterra e, mais recentemente, dos Estados Unidos, países que exportam hábitos e produtos culturais para o resto do globo.

Os portugueses

Cavalhadas de Pirenópolis (Pirenópolis, Goiás) de origem portuguesa – Mascarados durante a execução do Hino do DivinoDentre os diversos povos que formaram o Brasil, foram os europeus aqueles que exerceram maior influência na formação da cultura brasileira, principalmente os de origem portuguesa.

Durante 322 anos o território foi colonizado por Portugal, o que implicou a transplantação tanto de pessoas quanto da cultura da metrópole para as terras sul-americanas. O número de colonos portugueses aumentou muito no século XVIII, na época do Ciclo do Ouro.

Em 1808, a própria corte de D. João VI mudou-se para o Brasil, um evento com grandes implicações políticas, econômicas e culturais.

A imigração portuguesa não parou com a Independência do Brasil: Portugal continuou sendo uma das fontes mais importantes de imigrantes para o Brasil até meados do século XX.

Língua Portuguesa

A mais evidente herança portuguesa para a cultura brasileira é a língua portuguesa, atualmente falada por virtualmente todos os habitantes do país.

Religião

A religião católica, credo da maioria da população, é também decorrência da colonização. O catolicismo, profundamente arraigado em Portugal, legou ao Brasil as tradições do calendário religioso, com suas festas e procissões.

Festas

As duas festas mais importantes do Brasil, o carnaval e as festas juninas, foram introduzidas pelos portugueses. Além destas, vários folguedos regionalistas como as cavalhadas, o bumba-meu-boi, o fandango e a farra do boi denotam grande influência portuguesa.

Folclore

No folclore brasileiro, são de origem portuguesa a crença em seres fantásticos como a cuca, o bicho-papão e o lobisomem, além de muitas lendas e jogos infantis como as cantigas de roda.

Culinária

Na culinária, muitos dos pratos típicos brasileiros são o resultado da adaptação de pratos portugueses às condições da colônia.

Um exemplo é a feijoada brasileira, resultado da adaptação dos cozidos portugueses. Também a cachaça foi criada nos engenhos como substituto para a bagaceira portuguesa, aguardente derivada do bagaço da uva.

Alguns pratos portugueses também se incorporaram aos hábitos brasileiros, como as bacalhoadas e outros pratos baseados no bacalhau.

Plantas

Os portugueses introduziram muitas espécies novas de plantas na colônia, atualmente muito identificadas com o Brasil, como a jaca e a manga.

Arte

De maneira geral, a cultura portuguesa foi responsável pela introdução no Brasil colônia dos grandes movimentos artísticos europeus: renascimento, maneirismo, barroco, rococó e neoclassicismo. Assim, a literatura, pintura, escultura, música, arquitetura e artes decorativas no Brasil colônia denotam forte influência da arte portuguesa, por exemplo nos escritos do jesuíta luso-brasileiro Padre Antônio Vieira ou na decoração exuberante de talha dourada e pinturas de muitas igrejas coloniais. Essa influência seguiu após a Independência, tanto na arte popular como na arte erudita.

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O Big Brother

“O” Big Brother

Uma frase justificável e atual A semelhança com o Big Brother não é mera coincidência.

O onipresente “grande irmão”, que tudo vê, ouve e pune, seria o apresentador, outrora excelente, Pedro Bial. Logo, aqueles que não andam na regra, vacilam dentro da confortável casa da Globo, são evaporados, desaparecem.

A votação, primeiro dentro da casa, depois pelo voto popular, não é apurada na frente dos telespectadores, é passível de manipulação, caso os”grandes irmãos” que controlam e dirigem o programa queiram.

Ainda seguindo o resumo da obra,”Winston Smith e todos os cidadãos sabiam que qualquer atitude suspeita poderia significar seu fim. E não apenas sair de um programa de TV com o bolso cheio de dinheiro, mas desaparecer de fato”.

Neste trecho, destaco a fama instantânea que um membro do Big Brother tem. A Globo, com todo seu egoísmo, mantém o participante com um contrato exclusivo de imagens, não podendo este ceder entrevistas a outros meios de comunicação.

Quando todos os membros do programa Big Brother caem na ilegalidade, novamente a emissora dos Marinhos encerra os contratos daqueles, jogando-os no esquecimento geral. Ou como disse certa vez Brizola:”Mandando todos para a Sibéria do esquecimento.” “Algo estava errado, Winston não sabia como, mas sentia e precisava extravasar. Com quem seria seguro comentar sobre suas angústias?

Não tendo respostas satisfatórias, Winston compra clandestinamente um bloco e um lápis (artigos de venda proibida adquiridos num antiquário). Para verbalizar seus sentimentos, Winston atualiza seu diário usando o canto `cego´ do apartamento. Desta forma, ele não recebia comentários nem era focalizado pela teletela de seu apartamento. Um membro do Partido (mesmo que externo como Winston) tinha de ter um teletela em casa, nem que fosse antiga.

A primeira frase que Winston escreve é justificável e atual: Abaixo o Big Brother!”

Dia Internacional Da Mulher

O Dia Internacional Da Mulher

Veja neste artigo tudo sobre o Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos económicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.

A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão económica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho.

As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.

Existem outros acontecimentos que possam provar a tese como o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque.

Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto.

Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América.

Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.

A Páscoa E Sua Origem, Símbologia, Termos E Significados

A Páscoa E Sua Origem, Símbologia, Termos E Significados

Veja neste artigo tudo sobre a Páscoa e Sua Origem, Símbologia, Termos e Significados

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade.

Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C.

O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes. Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto (Portugal, PALOP’s e Timor) Egito (Brasil).

A palavra Páscoa advem, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos.

O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.

Os termos “Easter” (Ishtar) e “Ostern” (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.

Origem dos Símbolos da Páscoa É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.

Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais. Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.

Desfile de Páscoa em Madrid, Espanha Ovo de Páscoapascoa O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data. A tradição de presentear com ovos – de verdade mesmo – é muito, muito antiga.

Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza – lá eles têm até nome, pêssanka – em celebração à chegada da primavera.ovo de pascoa de chocolate.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas. Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus – o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria. Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados.

O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro. Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate – iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América.

Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

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Quanto Ganha Um Mendigo

Quanto Ganha Um Mendigo?

Matemática do mendigo

Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou essa pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade.

Preste atenção…

Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde).

Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.

Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00. Será que isso é uma conta maluca?

Bom, 6 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.

Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.

Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra ‘encher o saco’ por causa disto.

Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET ). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?

É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.

Moral da Historia!!!

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receitas de doces

Receitas De Doces – Fazendo Sua Vida Mais Saborosa

Os doces e as sobremesas sempre acompanharam a culinária tanto do Ocidente como no Oriente.

E por esse motivo, são apreciados até hoje em diversas culturas, normalmente degustados como sobremesas. Existe uma grande variedade de receitas de doces, sendo que alguns precisam ser mantidos na geladeira ou refrigerador como sorvetes, pavês, algumas tortas, etc.

Já há outro tipo de doces que são consumidos em temperatura ambiente, como por exemplo, doces para festa infantil.

São apresentadas aqui, algumas sugestões de possíveis receitas de doces que podem ser preparadas e também comentar sobre as facilidades de se encontrá-las na internet.

Como citado anteriormente existe uma quantidade grande de doces que podem ser preparados, entre as opções temos os doces gelados, que precisam após seu preparo ser mantidos em temperaturas frias e os que podem ficar em temperaturas ambientes.

Na categoria de doces frios há receitas de sorvetes (estes bastantes apreciados em estações quentes como o verão), pavês (que possuem diversas opções de sabores, como por exemplo, pavê de morango).

pavê de chocolate é considerado o mais tradicional e um dos mais apreciados existindo variantes do seu tipo. O mousse é uma opção de doce gelado que pode ser feita em diversos sabores, como por exemplo, mousse de limão, de chocolate, de maracujá, de morango, de maçã , etc.

Ainda há receitas de gelatinas, que também existem em diversos sabores. Na categoria que podem ser servidos em temperaturas ambientes existem uma vasta gama de biscoitos caseiros, que são uma excelente dicas para lanches e como complemento do café.

O suspiro é um doce de fácil preparo que pode ser consumido como um doce próprio ou servir como ingrediente, para outros doces, como em alguns tipos de bolos e tortas.

Entre as receitas de doces possíveis, principalmente para alguns tipos de festas ou reuniões entre amigos ou familiares há diversos tipos de docinhos para festa infantil.

Os doces para festa infantil podem ser brigadeiros, beijinhos e alguns tipos de balas servidos em temperaturas ambientes.

Existem doces apreciados principalmente em ocasiões específicas como Ovos de Páscoa, apreciados especialmente nesta Festa.

A cocada também é fácil de ser produzida e uma boa opção de receita de doces.

Os bolos e as tortas são preparados em diversos tipos e sabores suas receitas são diversificadas e amplamente explanadas em suas especificidades e estilos, algumas devem ser mantidas geladas, e outras em temperaturas ambientes, com uma grande opção de estilos, formatos e sabores agradam diferentes paladares.

Além dos doces e sobremesas citados acima, existem muitos outros doces encontrados com extrema facilidade na internet, onde há receitas de extrema qualidade e sabores mil.

Torta Salgada

As Diferentes Receitas de Torta Salgada

A torta salgada é um prato bastante apreciado no nosso país.

E a receita de torta salgada possui a vantagem de você poder preparar com diversas variações de tipos, de recheios e de massas. Esse artigo foi feito para você conhecer os diversos tipos de tortas salgadas existentes, além das massas mais comuns e os modos de preparo.

Além da torta salgada que é a mais tradicional (feita com massa de pão de forma com recheio de frango desfiado), temos o empadão, a  de frango com diversas massas, como a folhada, e recheios, como o palmito, por exemplo.

Temos ainda: torta salgada de liquidificador,  de carne moída;  de cenoura. Além das que são feitas com legumes, atum, cebola, salsicha, presunto e queijo, empanada, etc.

Os tipos de massas mais comuns para as tortas salgadas são: as massas de pão de forma e à base de farinha de trigos e ovos.

Existem ainda: tortas salgadas feitas com massa podre (massa quebradiça usada em empadinhas); massa de torta de liquidificador, massa folhada e a massa de mandioca (que é típica do Brasil).

A torta salgada geralmente é de fácil preparo. O que diferencia normalmente no modo de fazer são o recheio e os seus complementos, como por exemplo, azeitonas, legumes, presuntos etc.

O modo de fazer a torta salgada geralmente se divide em duas partes. Na primeira a massa é preparada e na segunda a torta e montada e é levada ao forno.

Além das tortas salgadas serem muito diversificadas, são de fácil e rápido preparo. Sendo uma boa escolha como prato principal em almoços, jantares e lanches.

Chai

Chai – Chá Indiano Com Especiarias

A alimentação da Índia é rica, perfumada e saborosa.

Uma boa amostra disso é o Chai. Chá indiano com especiarias, rico em especiarias e sabor. Confira.

Ingredientes:

  •  1 litro de água mineral
  • 1/2 copo de açúcar refinado no copo fino
  • 2 paus de canela tamanho médio
  • 1/2 copo de gengibre ralado prensado no copo fino
  •  1/2 copo de leite ninho em pó no copo grande
  •  1 colheres de chá preto inglês rasa
  •  3 sementes de cardamomo

Preparo:

  •  Medir 1 litro de água;
  • Separar 100ml de água para diluir bem o leite;
  • O restante colocar para ferver;
  • Colocar as sementes de cardamomo no pilão e triturar;
  • Lavar bem o gengibre e ralar;
  • Por o açúcar e a canela de pau na panela e levar ao fogo;
  • Utilizar uma colher de pau para mexer até abrir a canela. Tome cuidado para não queimar;
  • Adicionar o gengibre limpo e ralado e o cardamomo. Misturar bem e deixe até que o gengibre solte um caldo;
  • Acrescentar a água aquecida;
  • Deixar ferver em fogo baixo durante 5 minutos. Mexer;
  • Adicionar o leite em pó já diluído e deixar aquecer durante 1 minuto. Não ferver o leite;
  • Desligar o fogo e acrescentar o chá preto. Deixe durante 1 minuto para descansar com a panela tampada;
  • Escaldar a garrafa térmica em água quente;
  • Coar o chai na peneira e depois experimentar, se necessário adoece mais neste instante;
  • Coar novamente no coador de pano com o funil para a garrafa térmica;

Pronto! Agora é só se deliciar com um saboroso chai indiano. A aparência deve ser de um café com leite claro, sabor adocicado e picante por conta do gengibre.