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Comprar um Violão

Como Comprar um Violão de Qualidade

Muitos estão comprando seus primeiros violões, seja por gostarem de música, para tentar tocar alguns acordes do seu artista predileto, ou mesmo para animar uma roda de amigos.

O fato é que a compra do primeiro violão envolve algum conhecimento extra para que tenha 100% de sucesso e satisfação.

O que muita gente ignora pode ser muito importante para que você continue gostando do seu violão, mesmo após conseguir entender todos os segredos desse instrumento.

Antes de comprar um violão, podemos observar algumas coisas.

Muitos julgam a qualidade do instrumento pela aparência, mas nesse caso específico a aparência pode estar escondendo grandes problemas.

Imagine que você está em uma loja de instrumentos musicais para comprar um violão, então encontrar um lindo exemplar, todo brilhante, com cores radiantes (é amor à primeira vista).

Esse é um grande erro que a maioria dos iniciantes comete. Você pode procurar um violão que tenha boa aparência, mas que não seja extremamente envernizado. Para que serve o verniz?

O verniz no violão seve para encobrir os defeitos causados pela baixa qualidade do acabamento em violões baratos.

Toda peça de violão deve ser encaixada com a máxima precisão, tudo para que as partes transfiram a acústica corretamente através do corpo do instrumento. O verniz, além de ser um “tapa buracos” para violões mal feitos, também é péssimo para a acústica. O verniz absorve certas frequências do áudio, isso é péssimo por uma série de motivos.

Da próxima vez que for comprar um violão, experimente não olhar para os muito envernizados, pois esses são os de menor qualidade.

No final das contas, os violões mais caros, por volta dos R$ 500 são os mais indicados. Não tem como errar, se você adquirir um violão nacional ou importado (de marca conhecida), provavelmente terá bons momentos ao tocar o seu violão.

Para completar o seu aprendizado, também é possível aprimorar suas técnicas usando um bom curso de violão online.

música eletrônica

A invasão da música eletrônica

Estamos em uma época em nossa história em que a Música Eletrônica é mais popular do que qualquer outro tipo ou gênero musical.

Existem diversos DJ’s especializados só nesse gênero musical. A música eletrônica é dividida em várias categorias, como por exemplo o House, o Trance e o Toca Disco.

Cada um com seu estilo próprio arrasta multidões e faz a galera dançar sem parar por mais de 18 horas seguidas de agitação. Essas festas são denominadas Raves e são bastante conhecidas por todo o planeta.

Cidades como Ibiza, Sydney e São Paulo, por exemplo, organizam festas raves como essas a anos e reúnem multidões de amantes da Música Eletrônica.

No mundo inteiro muitos disc jockeys, comumente chamados de DJ’s, colocam o povo para dançar durante seguidas horas numa boate.

Cada um tem seu próprio estilo e uma forma inusitada de receber a atenção do púplico. Muitos fazem uso arrandjos de luzes em combinação com as músicas para produzir um espetáculo mais do que surpreendente e mexer, realmente, com a disposição dos presentes.

A moda do momento é o Laser Verde que nada mais é do que um formato de luz projetada como raio laser e que pode adquirir diversas formas.

As boates mais famosas do planeta possuem equipamentos como esses, pois, com o auxílio da luz gerada por ele, é possível agitar a galera e fazer com que as pessoas não apreciem somente o som, como também é iluminação e todo o ambiente que a danceteria possui capacidade para proporcionar.

Muitas pessoas que curtem esse gênero de música vestem, durante as festas rave e até mesmo no seu dia-a-dia, um tipo de camiseta eletrônica. Essa blusa possui um painel extremamente fino, que possui luzes que acendem de acordo com a música tocando no momento.

A maioria destes produtos não são fabricados por aqui, mas apesar disso, não é difícil comprá-los. Através da internet, você pode visitar sites que compram diretamente os produtos da china, com segurança e rapidez, com risco zero.

protetor solar

8 dicas para usar o protetor solar a favor do bronze

Faltam 17 dias para o verão começar oficialmente no Brasil.

Aqueles que não dispensam praia e piscina precisam equilibrar a somatória sol + protetor solar a fim de ficar com a pele bronzeada, sem abrir mão da saúde.

Pensando nisso, a Nutriex, marca expert em proteção solar com a linha Solar Gold, dá 8 dicas para cuidar da pele, ganhar um bronze saudável e manter a cor dourada – DESEJO – por mais tempo.

Sim, é possível usar o protetor solar e bronzear-se com saúde!

Dica 1) Entenda como funciona a melanina: quando a pele está exposta ao sol, a melanina entra em ação, como um escudo de defesa. A cútis oxida e escurece para proteger o DNA contra a radiação solar UVA e UVB.

Dica 2) Tome sol antes das 10h e depois das 16h: a regrinha já é conhecida, mas pouco respeitada. Esses são os horários mais seguros para pele, pois a radiação UVB tem menor incidência, o que garante o bronzeado sem prejudicar a saúde.

Dica 3) Tenha calma. O bronze vem aos poucos: ter paciência é o grande segredo. Dividir o bronzeamento diariamente em períodos de uma hora por dia, evita a probabilidade de queimaduras solares e estimula o organismo a produzir melanina. A dica é passar o restante do dia usando o protetor solar, para não manchar a pele e proteger-se de forma saudável, evitando o câncer e o envelhecimento precoce.

Dica 4) Ingira alimentos com betacaroteno: ele é um estimulante natural da melanina e está presente em alimentos de origem vegetal como cenoura, mamão, acerola, manga, beterraba, couve manteiga, entre outros. Programe seu menu e consuma esses alimentos diariamente por, pelo menos, 15 dias antes da exposição ao sol.

Dica 5) Esfolie a pele: vale investir em um esfoliante! Sua função é remover as células mortas e resíduos superficiais, o que deixa a pele lisa e mais propícia para uma cor uniforme. Faça este processo dois antes de tomar sol.

Dica 6) Use protetor solar: A Nutriex recomenda que o produto seja muito bem espalhado para que cumpra sua função com excelência. O ideal é aplica-lo 30 minutos, antes da exposição solar, e reaplicá-lo a cada duas horas ou depois do contato com a água.

Dica 7) Use protetor solar na quantidade certa: Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o ideal é aplicar, em média, a cada passada 1 colher de chá de protetor para o rosto, 2 colheres de sopa para o tronco, 1 colher de sopa para os braços e 1 colher de sopa para as pernas e os pés.

Dica 8) Evite a descamação! Lembre-se que o sol desidrata a pele, por isso, a hidratação no final do dia evita este processo e mantém o bronzeado por mais tempo. Use hidratante ou loção pós-sol e beba bastante água.

A linha Solar Gold,da Nutriex, protege e hidrata a pele, os protetores trazem uma tecnologia Bioactive E (com ações cicatrizante e antioxidante), além de uma formulação hidratante. Confira opções da marca para sua nécessaire de verão.

Protetor Solar Facial Tonalizante Solar Gold – com a exclusiva tecnologia DUO, protege e tonaliza ao mesmo tempo. Previne o envelhecimento precoce causado pela exposição ao sol, bem como à poluição. Com o sistema Color Adapt, que adequa a cor do produto à tonalidade da pele, o produto disfarça olheiras e imperfeições, proporcionando uma cobertura perfeita e uniforme de forma suave e natural. Preços Sugeridos: R$ 34,88 (FPS 30) e R$ 42,00 (FPS60)

Protetor Solar Facial Solar Gold – elaborado especialmente para a cuidados com o rosto, tem em sua formulação Bioactive E, 60 vezes mais proteção contra queimaduras solares (UVB), sem efeito oleoso, com controle de brilho e efeito mate. Preços Sugeridos: R$ 34,88 (FPS 30) e R$ 42,00 (FPS 60)

Protetor Solar para o Corpo Solar Gold – com a exclusiva tecnologia de efeito mate e textura leve, protege e absorve a oleosidade da pele. Previne o envelhecimento precoce causado pela exposição ao sol, bem como à poluição. Com formulação resistente ao suor e à água o protetor também possui ação anti-oxidante e tecnologia Bioactive E. Preços Sugeridos: R$30,00 (FPS 30) e R$ 39,80 (FPS60).

EDUCAÇÃO

O (DES) COMPASSO NA EDUCAÇÃO

Jorge Rocha Gonçalves

Demonstrar como os baixos salários do professor interferem na vida em comunidade e no andamento quantitativo e qualitativo da escola e nos resultados exitosos da educação com interesse social.

Geometricamente, o compasso tem a função de traçar linhas circulares perfeitas, apresentar ângulos e encontrar uma ligação precisa entre dois pontos que estão à vista no plano abstrato ou concreto.

No dicionário de geometria apresentado pelo google, encontramos a seguinte definição sobre o compasso.

Instrumento de metal usado para tomar medidas e traçar circunferências. Serve também para transferir dimensões de uma régua para um mapa ou desenho. Consiste em duas hastes que se unem numa das extremidades.

Uma perna termina em ponta fina como agulha, e a outra permite adaptar uma ponta de grafita ou um lápis. Um parafuso ajustável regula a distância entre as duas pernas. O compasso permite medir e marcar pequenas distâncias entre dois pontos com mais precisão que uma régua.

O antônimo de compasso e o descompasso, uma expressão oral que demonstra a desordem que se encontra o ambiente.

O dicionário de língua portuguesa, on-line, demonstra a seguinte significação ao termo descompasso.

Ausência de medida ou de regularidade; desordem, desproporção. p.ext. falta de conveniência, compostura; descomedimento, exagero.

A falta de atitude no transcurso do ano letivo equivalente a 800 horas no Brasil, ou 200 dias letivos, progride geometricamente para impedir o bom uso do tempo pedagógico para busca continua por melhoria no rendimento na aula e na qualificação do professor e professora.

A configuração do emaranhado educacional que estamos, vivenciado no dia a dia da escola, demonstra os problemas provocado no ambiente escolar e na comunidade devido aos baixos salários dos professores e professoras em seu oficio.

O circulo perfeito traçado pelo compasso em seu uso, comparado com a similaridade da vida do docente com seus salários irrisórios, demonstra a deformação educacional a distancia de poder unir dois pontos significativos na sala de aula, o ensinar e o envolver o aluno no ensino.

O ensinar passar pela formação continua do professor, em buscar os melhores procedimentos pedagógicos para envolver o aluno no melhor desempenho escolar e com essa articulação, um resultado exitoso.

Os salários baixos dos professores e professoras cria uma abóboda em seu ciclo de vida quer comunitário ou pedagógico, que inibi diariamente a sua formação continuada na escolaridade e na sua profissionalização.

A radio da câmara federal em Brasília destacou na introdução de uma serie de reportagem sobre os professores a seguinte expressão para demonstrar a condição humana dos educadores e educadoras.

Com muitas horas em sala de aula, os baixas salários e poucas chances de se dedicar a outras atividades, os professores brasileiros têm condições de trabalho bem diferentes dos países mais desenvolvidos.

A falta de dedicação exclusiva, não permite aos educadores se envolverem em uma completa e continuada formação docente, incluindo todo o grau estabelecido pelos cursos estritos censos, outro problema no Brasil.

A chegada ao mestrado, doutorado e pós-doutorado, leva a angustias e frenesi na competição de entrar nas aulas desses cursos, nas instituições públicas, e uma seleção desigual impede a chegada dos professores e professoras a eles, ou pelo pagamento de mensalidades em institutos, faculdades, fundações e associações docentes, implantadoras desses cursos, ou fazer em outro país, onde as mensalidades são menores, mais em compensação, o preço da passagem área e alto, enfim, enfrentar a carreira do magistério esta fadado a uma função desmotivadora.

Coaching

Coaching não é remédio, é vitamina

Os profissionais de Coaching surgiram numa época em que o emprego para toda a vida desapareceu, deixando cada um com a responsabilidade da gestão da sua carreira, uma época em que os negócios se tornaram globais e os trabalhadores do conhecimento trouxeram novos desafios para as empresas.

Neste contexto, o processo de Coaching surge como uma forma efetiva de se preparar para os novos tempos e novos mercados.

Coaching é uma atividade profissional relativamente nova no Brasil. Quando eu disse para minha mãe que comecei a trabalhar com Coaching, ela perguntou para mim: não tem alguma profissão em português, minha filha? Antes de ser Coach, atuei por 15 anos em Marketing, minha primeira paixão.

Coaching assim como Marketing não tem uma palavra em português que traduza bem o que é.

Uma das origens do nome Coach vem do francês. Coach é uma palavra francesa antiga que significa “um veículo para transportar pessoas de um lugar para outro”.

E é isso que fazemos: conduzimos processos que ajudam as pessoas a alcançar seus objetivos. Um Coach ajuda a expandir uma habilidade, aumentar seu desempenho e ajuda a pessoa a se tornar o melhor profissional e a melhor pessoa que pode ser.

Os profissionais de Coaching surgiram numa época em que o emprego para toda a vida desapareceu, deixando cada um com a responsabilidade da gestão da sua carreira, uma época em que os negócios se tornaram globais e os trabalhadores do conhecimento trouxeram novos desafios para as empresas.

Neste contexto, o processo de Coaching surge como uma forma efetiva de se preparar para os novos tempos e novos mercados. Sempre que você ouvir ou ler a palavra Coaching entenda desenvolvimento pessoal e profissional. O objetivo é o progresso, o crescimento e não a perfeição.

Na prática, o processo começa com reflexão e tomada de consciência sobre si mesmo. Saber o que você gosta e o que você não tolera, conhecer o que te motiva, o que te energiza e o que te afasta, compreender como seu pensamento funciona e qual a influência dele nos seus comportamentos.

Sem investigar as origens das dores no passado, aí já é terapia. Coaching é diferente: foca do presente para o futuro.

Ao decidir fazer Coaching, a pessoa está de fato disposta a dedicar tempo e energia para ela mesma e com apoio de um profissional que tem a função de ajudá-la a se desenvolver e a concretizar seus sonhos, o processo tem tudo para ser um sucesso.

Cibele Nardi
Coaching e Desenvolvimento Integrado
www.cibelenardi.com



pulseira de relógio

Os cuidados na escolha da pulseira de relógio ideal

A pulseira de relógio é um artigo do vestuário unissex que não sofre muitas alterações ao longo do tempo.

Esse tipo de artigo é utilizado em muitas ocasiões especiais que acontecem com pouca frequência ou que se concentram em alguns períodos do ano, como o período de férias de celebrações em empresas, formaturas ou eventos de fim de ano.

Em geral, as pulseiras de festa têm tons acetinados neutros que combinam com as bolsas, correias, colares, brincos e braceletes.

Também é obrigatório combinar com as roupas sociais e e que se adaptam a qualquer situação. As bolsas de festa precisam reunir duas características principais – elas devem ser pequenas e delicadas.

Já que o mais comum é ter apenas uma no armário, a mulher pode investir um pouco mais na compra do produto, optando por opções com melhores acabamentos e com acessórios agregados que valorizam o visual.

Para quem não quer investir muito, existem opções de pulseiras para relógio no mercado que podem ser encontradas por um preço acessível às consumidoras.

Apesar de sua discrição, a pulseira para relógio pode ter um papel fundamental na composição do look. A escolha ideal deve levar em consideração fatores como os tons e o tipo de tecido da roupa.

Embora não sofra com as mudanças nas tendências de moda, as pulseiras também podem seguir algumas regras atuais e as mais buscadas são as clássicas de couro.

A pulseira, tal e como a bolsa não precisam ter a mesma cor do vestido, mas as cores têm que conversar entre si. Deve-se ter cuidado ao escolher bolsas com acessórios e bordados para o uso com roupas com acessórios e bordados, pois o excesso de informação pode prejudicar o visual.

Para quem tem dúvidas, pode optar por escolher um modelo prata liso. A cor prata vai bem com uma grande variedade de estilos e certamente é a cor preferida das mulheres.

O modelo mais comum para festas, são os que combinam tons de metal, mas é possível encontrar outros que se adequam bem a todos os estilos de roupa.

Por ter um tamanho reduzido, as pulseiras para relógios finos, ou de luxo, também chamam muito a atenção. Embora seja menor, como diz o ditado, é nos menores frascos que estão os melhores venenos. 

Brigadeirão

A história do Brigadeirão


Você já parou para pensar por que o brigadeirão é chamado assim?

O nome se deve ao brigadeiro Eduardo Gomes, que foi candidato à presidência da república em 1945 e 1950.

Aos 20 anos Eduardo Gomes ingressou na aeronáutica, já formado foi um dos sobreviventes da Revolta dos 18 do Forte no ano de 1922, primeiro movimento militar armado no Brasil.

Em 1941 com a criação do Ministério da Aeronáutica, Eduardo Gomes foi promovido a Brigadeiro, uma das patentes mais altas na época.

Em 1945 saiu derrotado pelo general Eurico Gaspar Dutra, ministro da Guerra de Getúlio Vargas e em 1950, se candidatou as eleições presidenciais novamente e seu adversário foi o próprio Getúlio.

Eduardo Gomes era um homem bonito,  ao contrário de Vargas, por isso seu slogan de campanha foi “Vote no Brigadeiro, que é bonito e é solteiro.” Mesmo com o sucesso da campanha saiu derrotado de novo.

Mas a historia do doce “brigadeiro”, que mais tarde virou um bolo com o nome próprio de “brigadeirão”, e o seguinte; Para arrecadar dinheiro para a campanha de Eduardo Gomes em São Paulo, sua esposa preparou uma massa doce a base de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate para servir aos convidados. 

Fazia tanto sucesso que quando havia uma nova festa, os cabos eleitorais e amigos próximos se referiam a festa ao “doce do Brigadeiro”. Depois o nome teria sido simplificado para o “brigadeiro”.

O leite condensado fazia sucesso na época, substituía o açúcar em várias receitas, inclusive a receita original do pudim, que é portuguesa, era com açúcar e não leite condensado.

Com o tempo, o brigadeiro foi ficando cada vez melhor. Para enfeitá-lo e deixá-lo mais saboroso, foi inventado o chocolate granulado. Depois, outras receitas foram criadas a partir da original inclusive o “brigadeirão”.

O “brigadeiro” é um docinho de festa muito apreciado em todo o Brasil. Ele é conhecido em muitos países como “trufas brasileiras”, pois a textura macia e delicada do chocolate faz lembrar as trufas francesas, embora o “brigadeiro” seja bem mais doce que elas.

Os “brigadeiros” eram sempre servidos nas festas infantis, logo depois da hora do bolo e após cantar o “Parabéns”. Hoje em dia, o protocolo foi quebrado e as crianças (de todas as idades) liquidam os “brigadeiros” que enfeitam a mesa do bolo bem antes da hora programada.

Desde 1984 o Brigadeiro Eduardo Gomes é patrono da Força Aérea Brasileira.

No programa “Mais você” de Ana Maria Braga o papagaio Eduardo resumiu na onda do slogan do brigadeiro o que o brigadeiro significa: “Viva o brigadeiro, produto brasileiro, que é bonito, gostoso e maneiro”.

Agora só falta você fazer e se deliciar com o “brigadeirão” que receitas não faltam.

tirar parafina

Como tirar parafina de surf da prancha

Você acha tirar parafina de surf chato?

Será que você tire a parafina de surf da sua prancha da maneira mais fácil, segura e eficiente? Aprenda como obter o melhor resultado se divertindo raspar a prancha.

Requisitos

Uma prancha de surf, algumas surf music bacanas, um pente de parafina, os raios do sol ou um secador de cabelo, e um pedaço de tecido (pode ser cueca velha).

Parafina de surf pode ficar imunda e também escorregadia depois de certo tempo de uso, e muita parafina usada causa a prancha ficar pesada.

Toda vez que você notar o aspecto da sua parafina um pouco grotesca, polida, ou descascando em flocos, é verdadeiramente hora de raspar tudo e dar início a colocar uma novinha. A nova deveria ser de opção uma Go Green aromática e ecologicamente apropriada para poder surfar com uma consciência sossegada.

Não existe pior situação do que pôr o pé na areia, ver ondas perfeitas rolando e perceber que você vai alegrar a turma com vacas espantosas por motivo da parafina imprópria.

Antes de tudo, faz favor, não retire a parafina da prancha na praia. Se você ainda tem uma parafina de surf habitual, saiba que é repleta de ingredientes tóxicos.

Até se você estiver usando parafina ecológica, isso não quer dizer que essa parafina é uma objeto natural da praia. E é melhor você não tirar a parafina antiga em cima do melhor tapete da sua avó.

Parafina de surf prega! Mantenha-se distante de encrencas. É realmente melhor tirar a parafina num ambiente onde é facilmente juntada para posteriormente colocar no lixo.

Remover a parafina é muito mais fácil do que pode parecer. Comece botar um som bárbaro e depois deite a prancha no sol por mais ou menos 20 minutos ou circule o secador de cabelo de sua mãe em cima da parafina (sem incendiar a prancha).

Com isso você está transformando a parafina um pouco mais mole para ajudar a tirada. Após que a parafina ficar mais macia, você vai iniciar a rapar-la com um pente de parafina específico (é realmente barato), seu antigo cartão de crédito ou um raspador de tinta plástica. Não utilize nada de metal, como uma faca ou parecido.

O procedimento é bem simples. Se sua prancha tiver quilhas removíveis, então as tire primeiro (se você não tiver qualquer conhecimento em lidar com pranchas). Ponha a prancha em cima de uma bancada ou mesa com uma manta ou uma toalha dobrada embaixo dela. Se você não tiver um espaço onde você pode pôr a prancha, então colocá-la em cima do seu colo.

É fundamental que você não colocá-la direto no chão. Isso pode riscar a prancha ou mesmo estilhaçar as quilhas (se tiver) na hora você bota força nos movimentos sobre a prancha. Comece pelo bico, raspando a parafina com um pente de parafina, mantendo-o em um ângulo de aproximadamente 35 graus.

Vai raspando de borda a borda com um movimento delicado mas firme, colocando pressão suficiente para remover a camada base. Prossiga até chegar a rabeta. Basicamente, a parafina se desenrola em camadas finas.

Junte toda parafina velha e jogue no lixo. Logo depois de ter tirado toda a parafina que você dar conta, passe um pano macio (agora uma cueca velha é útil) e sabão (de côco) para se livrar dos resíduos de parafina da sua prancha.

Depois jogue uma água em cima. Há também removedor especial para parafina de surf se escolher usar (em relação aos ingredientes tóxicos é dúbio). OK, agora você está pronto para passar uma parafina ecológica novinha na sua preciosa.

Aloha e Boas Ondas

passar parafina na prancha

Como passar parafina na prancha de surf

Aprende a forma correta de passar parafina na prancha de surf.

Passar parafina na prancha de surf pode parecer um pouco estranho para o surfista iniciante. Mas quando você tiver passado algumas vezes, você não precisa sequer pensar mais nisso.

A parafina é aplicada em cima da prancha para obter tração, assim seus pés não vão escorregar em momentos críticos.

 É divertido olhar para os surfistas novatos trazendo suas pranchas perfeitas, novíssimas, diretamente da loja para a praia e tentar surfar sem parafina.

Há ainda testemunhos de pessoas que passam a parafina no fundo da prancha. Como alguém pode ter esse tipo de idéia! Talvez algumas pessoas acreditam que a parafina deve provavelmente facilitar a prancha deslizar melhor e mais rápido na água.

Então, se você for iniciante, fique ligado. Escolher o tipo exato de parafina é importante para que você tire o melhor proveito da diversão que está à sua frente. Hoje há um grande número de fabricantes de parafina de surf no mundo.

Claro que você deve usar uma parafina ecologicamente correta. Na verdade, em função da qualidade dos ingredientes, as eco wax de hoje, funcionam no mínimo tão bem quanto as tradicionais tóxicas.

Certifique-se que você tem a parafina correta em relação à temperatura da água onde você está planejando surfar. Os fabricantes de parafina para prancha produzem uma série de tipos diferentes que variam de água fria para tropical (quente).

De qualquer forma, você deve ter em mãos, uma parafina basecoat (base). É a parafina mais dura. No caso da eco wax GO GREEN é a parafina para água quente. Em condições de água muito quente, essa é realmente a única parafina que você precisa usar.

 Os tipos de parafinas são: Água quente – 24 graus para cima. Água morna – 19-24 graus. Água fria – 15-19 graus. Água gelada – até 15 graus.

Onde você deve passar a parafina?

É provável que você esteja se perguntando exatamente onde você deve passar a parafina. Basicamente você quer muita parafina na prancha, por isso não pense em poupar.

 Longboards são geralmente passadas em toda extensão, desde a rabeta até o bico. Isso permite que você possa caminhar na prancha sem escorregar.

Embora, muito provavelmente se você for um novato, não vai poder realizar manobras como essa durante algum tempo, então não será necessário passar a parafina na prancha inteira.

 No caso de você ter uma prancha pequena ou talvez uma fun você também não precise passar a parafina na prancha inteira.

Você deve passar a parafina em cerca de ¾ da prancha, a contar da rabeta até o bico. A parafina extra acima da metade da prancha onde você provavelmente não vai colocar os pés proporciona uma aderência extra pro seu peito ao remar.

Você também pode preferir passar a parafina próximo às bordas, nas áreas onde é mais provável você colocar as mão para se levantar ou  na hora de furar a onda ou fazer a “tartaruga”. Essa parafina perto da borda irá permitir que você segure sua prancha sem escorregar com as mãos.

Aplicação da parafina 

Requisitos: uma prancha, uma barra de parafina base, uma barra de parafina para a temperatura da água onde irá surfar, um pente de parafina, e alguma música de surf legal.

Nunca passa a parafina exposta aos raios do sol, especialmente durante o verão. Ela  começará a ficar muito pegajosa e pode até derreter.

Você precisa manter sua parafina, assim como a prancha, fora do calor para fazer a aplicação ideal. Se sua prancha tem quilhas removíveis, então, tire-as primeiro.

Coloque a prancha em cima de uma bancada ou mesa com um cobertor ou uma toalha dobrada sob ela. Se você não tiver um lugar onde você possa colocar a prancha, então colocá-la em cima do seu colo.

É importante não colocá-la direto no chão. Isso pode arranhar a prancha ou mesmo quebrar as quilhas (se tiver), quando você coloca pressão nos movimentos sobre a prancha. Na maioria das vezes não existem recomendações na embalagem da parafina de como passá-la.

 Isso faz com que os novatos freqüentemente ficam pensando exatamente como eles devem proceder para passar a parafina na prancha.

Então, como foi dito anteriormente, você deve passar a parafina na parte superior da sua prancha. O resultado que você procura obter quando passa a parafina são pequenos caroços (bumps) que aumentam a aderência dos pés sobre a prancha.

Pegue uma barra de parafina base e passe no sentido rabeta – bico – rabeta até criar uma camada fina. Não há necessidade de muita força. Depois comece passar a parafina no sentido transversal borda – borda. Este tipo de movimento cruzado ajudará a parafina começar a criar pequenos bumps.

Você deve alternar a pressão que você aplica a cada camada. Às vezes, a parafina fica um pouco quente por causa da fricção e pode começar ficar macia e pegajosa demais. Se isso ocorrer, relaxe um pouco e curta mais algumas músicas e depois comece novamente.

Assim que você tiver obtido uma camada sólida na prancha, com vários bumps, pegue a parafina de temperatura certa da água onde irá surfar e comece passar na prancha, em cima da parafina base em movimentos circulares.

Com isso a camada vai engrossando mais, criando mais caroços com mais liga. Agora, se quiser, pode passar o seu pente de parafina e com cuidado dar o último acabamento na sua obra de arte.

Aloha e Boas Ondas

Doce de Leite

Doce de leite


Doce de leite é um dos favoritos na maioria dos países sul-americanos.

Pode ser consumido como sobremesa, como parte de uma sobremesa, enchendo-se os bolos, cobrindo bolos, doces, mais brindes, sobre fatias de pão, com bolachas, ou a colher!

Em cada país, doce de leite tem um nome diferente e sua receita é ligeiramente diferente, exceto na Argentina e no Uruguai, onde a receita é a mesma e é chamado o mesmo.

Na verdade, é impossível determinar se se trata de uma sobremesa uruguaio, argentino ou uma sobremesa de outro país.

Alguns anos atrás, em 2003, a Argentina alegou perante a ONU que o doce de leite ser anunciado um produto da Argentina e Uruguai pediram que ele seja proclamado o Rio de la Plata produto, tornando assim claro que a origem é realmente desconhecida.


Então, aqui vamos tentar fazer a história deste famoso dulce de leche, que não é uma coisa fácil de fazer!

Uma lenda nos leva de volta, como se diz que o doce de leite pode ser encontrada em culturas muito antigas, e é nomeado na Ayurveda (milhares de anos atrás), e foi então chamado Rhabadi Ayurveda, “Ciência da Vida “, a medicina tradicional da Índia, (5000 anos) é também um dos mais modernos métodos de medicina alternativa em nossos dias.

Outra das mais antigas lendas é originado na Europa, no século 14, onde uma sobremesa chamada “Confiture de lait” na região da Normandia já foi apreciado por pessoas de lá.


Anos depois, um dos cozinheiros de Napoleão, por acidente tornando o leite adoçado para as tropas, acabou fazendo doce de leite!

Nós ouvimos também que as origens são dos países Mediterrâneos, tendo sido preparado na Espanha, no século XIX, onde já não é mais feito agora.

Chilenos afirmam que o doce de leite chegou a seu país, quando o Libertador San Martin cruzou a Cordilheira dos Andes. Era chamado de “Manjar Blanco” e remonta ao século XVIII, desde então, os chilenos estão gostando.

Argentinos dizem que o doce de leite originou-se no seu país, quando uma das empregadas da casa de Juan Manuel Rosas estava preparando o leite de seu mestre, e porque ela teve que atender Juan Lavalle, que veio a assinar um tratado de paz com Juan Manuel de Rosas, ela estava distraída e quando ela voltou para continuar a preparar o café da manhã, ela encontrou essa pasta cor de caramelo na panela, e Juan Manuel de Rosas tentou fazê-lo e achei muito bom e muito bom gosto.

Uruguaios dizem que o doce de leite nasceu quando os escravos que foram trazidos até o final do século XVIII havia uma grande necessidade de uma refeição mais nutritiva e eles inventaram adicionar açúcar ao leite e deixar ferver por muito tempo.

Os escravos mostrou para seus donos, e eles começaram a se deliciar também. Depois começou a ser produzido em grandes quantidades.

O mercado internacional de doce de leite tem se expandido nos últimos anos, particularmente nos Estados Unidos, onde a introdução de Dulce de Leche Haagen-Dazs sabor de sorvete, em 1998, é creditado com a introdução do sabor para o paladar do público em geral.

Desde então, o sabor do doce de leite tem encontrado o seu caminho no meio de biscoitos recheados Oreo e milkshakes McDonald’s. O chocolate Hershey’s introduziu um beijo doce de leite, e Smuckers produz um sorvete de dulce de leche avantajado.

Atualmente, a Rússia, Israel, Estados Unidos e da União Europeia estão entre os maiores importadores de doce de leite da Argentina e do Uruguai.

No Brasil, o doce é produzido em escala industrial por todas as empresas beneficiadoras de laticínios. Cresceu a partir do fim do século XIX, com o desenvolvimento dos transportes. A fabricação artesanal dos doces se desenvolveu nas cidades dessas regiões.

A produção artesanal é comercializada por pequenas marcas (principalmente no estado de Minas Gerais).

Além disso, em outros países sul-americanos dulce de leche é conhecido e apreciado apesar de ter nomes diferentes em cada país:

  • México, chamado Cajeta, e é feito com leite de cabra
  • Colômbia, Venezuela e Panamá chamado arequipe
  • Bolívia, Equador, Chile e Peru, Manjar Blanco (às vezes somente Manjar)
  • Brasil, é chamado de doce de leite
  • Em Cuba é chamado de dulce de leche “cortado” (corte, uma vez que cozinhá-lo de forma diferente, e não é tão suave como um colar em outros países)
  • Na região sul do Brasil doce de leite é frequentemente chamado Mumu.