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Comprar um Violão

Como Comprar um Violão de Qualidade

Muitos estão comprando seus primeiros violões, seja por gostarem de música, para tentar tocar alguns acordes do seu artista predileto, ou mesmo para animar uma roda de amigos.

O fato é que a compra do primeiro violão envolve algum conhecimento extra para que tenha 100% de sucesso e satisfação.

O que muita gente ignora pode ser muito importante para que você continue gostando do seu violão, mesmo após conseguir entender todos os segredos desse instrumento.

Antes de comprar um violão, podemos observar algumas coisas.

Muitos julgam a qualidade do instrumento pela aparência, mas nesse caso específico a aparência pode estar escondendo grandes problemas.

Imagine que você está em uma loja de instrumentos musicais para comprar um violão, então encontrar um lindo exemplar, todo brilhante, com cores radiantes (é amor à primeira vista).

Esse é um grande erro que a maioria dos iniciantes comete. Você pode procurar um violão que tenha boa aparência, mas que não seja extremamente envernizado. Para que serve o verniz?

O verniz no violão seve para encobrir os defeitos causados pela baixa qualidade do acabamento em violões baratos.

Toda peça de violão deve ser encaixada com a máxima precisão, tudo para que as partes transfiram a acústica corretamente através do corpo do instrumento. O verniz, além de ser um “tapa buracos” para violões mal feitos, também é péssimo para a acústica. O verniz absorve certas frequências do áudio, isso é péssimo por uma série de motivos.

Da próxima vez que for comprar um violão, experimente não olhar para os muito envernizados, pois esses são os de menor qualidade.

No final das contas, os violões mais caros, por volta dos R$ 500 são os mais indicados. Não tem como errar, se você adquirir um violão nacional ou importado (de marca conhecida), provavelmente terá bons momentos ao tocar o seu violão.

Para completar o seu aprendizado, também é possível aprimorar suas técnicas usando um bom curso de violão online.

música eletrônica

A invasão da música eletrônica

Estamos em uma época em nossa história em que a Música Eletrônica é mais popular do que qualquer outro tipo ou gênero musical.

Existem diversos DJ’s especializados só nesse gênero musical. A música eletrônica é dividida em várias categorias, como por exemplo o House, o Trance e o Toca Disco.

Cada um com seu estilo próprio arrasta multidões e faz a galera dançar sem parar por mais de 18 horas seguidas de agitação. Essas festas são denominadas Raves e são bastante conhecidas por todo o planeta.

Cidades como Ibiza, Sydney e São Paulo, por exemplo, organizam festas raves como essas a anos e reúnem multidões de amantes da Música Eletrônica.

No mundo inteiro muitos disc jockeys, comumente chamados de DJ’s, colocam o povo para dançar durante seguidas horas numa boate.

Cada um tem seu próprio estilo e uma forma inusitada de receber a atenção do púplico. Muitos fazem uso arrandjos de luzes em combinação com as músicas para produzir um espetáculo mais do que surpreendente e mexer, realmente, com a disposição dos presentes.

A moda do momento é o Laser Verde que nada mais é do que um formato de luz projetada como raio laser e que pode adquirir diversas formas.

As boates mais famosas do planeta possuem equipamentos como esses, pois, com o auxílio da luz gerada por ele, é possível agitar a galera e fazer com que as pessoas não apreciem somente o som, como também é iluminação e todo o ambiente que a danceteria possui capacidade para proporcionar.

Muitas pessoas que curtem esse gênero de música vestem, durante as festas rave e até mesmo no seu dia-a-dia, um tipo de camiseta eletrônica. Essa blusa possui um painel extremamente fino, que possui luzes que acendem de acordo com a música tocando no momento.

A maioria destes produtos não são fabricados por aqui, mas apesar disso, não é difícil comprá-los. Através da internet, você pode visitar sites que compram diretamente os produtos da china, com segurança e rapidez, com risco zero.

Música

O poder inesperado da música durante seu treinamento físico

O que seriamos sem a música?

Ela esta presente em tudo em nossa vida.Cada música para seu momento é o segredo muita das vezes para  se dar aquela mãozinha durante a atividade física executada. 

A música e o volume que você escuta, influencia diretamente no desempenho do seu treinamento.

A música facilita a motivação, afasta o tédio e a ansiedade, e torna a atividade física mais prazerosa. Um fator que colabora com um treino mais produtivo é a escolha das músicas que serão ouvidas durante o exercício.

Elas tem o poder de distrair a atenção do atleta dos estímulos não prazerosos como fadiga, dores e cansaço, agindo como competidor a eles e reduzindo os marcadores neuro-hormonais de estresse.

Como consequência, a percepção da capacidade física estará aumentada e a intensidade de execução será maior, aumentando assim o desempenho no treino.

Para uma corrida de maior intensidade por exemplo, o ideal é escolher uma música com uma variação de batidas por minuto (bpm) entre 120 e 145; para uma caminhada moderada, entre 115 e 125; já uma caminhada leve, 100 bpms.

Mas não é algo tão rígido assim. Praticar determinada exercício com uma batida não adequada não implica em prejuízos.

Todavia, entre 5% e 10% das pessoas que utilizam reprodutores de música portáteis, como iPod ou aparelhos de MP3, com o volume muito alto podem sofrer perda permanente de audição ou outros danos, segundo especialistas da União Européia (UE).

O Comitê Científico dos Riscos para a Saúde Emergentes e Recentemente Identificados afirma que pessoas que ouvem música mais de uma hora por dia da semana durante pelo menos cinco anos com o volume alto (mais de 89 decibéis) correm esse risco.

Agora que os benefícios da música durante a prática de uma atividade física são conhecidos, monte sua playlist de acordo com a atividade de sua preferência e movimente-se, lembrando que o equipamento sonoro eletrônico (com fones de ouvido) não deve ultrapassar um volume de intensidade média (inferior ao ruído ambiente), e nem o período máximo de 1 hora por dia. “Se equalize” na frequência certa e pronto! 

Marchinhas De Carnaval

As Marchinhas De Carnaval E Os Tipos Populares

AS MARCHINHAS DE CARNAVAL E OS TIPOS POPULARES

O Rio de Janeiro é mesmo a cidade da alegria e da irreverência. Não me admira que as marchinhas de Carnaval, se não são nativas de lá, pelo menos, foram criadas e divulgadas pela verve carioca.

Elas nasceram no inicio do século XX, mas, tiveram seu apogeu nos anos 20, época em que os compositores faziam uma crônica bem humorada dos costumes da cidade, seus moradores e tipos característicos.

A partir dos anos setenta a marchinha declinou e quase morreu, mas, graças ao magnífico trabalho do jornalista Sergio Cabral.

Podemos apreciar nos dias de hoje , como era o Rio de Janeiro daquela época. 

Brinquei muito, cantando essas marchinhas, nos carnavais dos anos quarenta e cinqüenta, antes do Trio Elétrico e dos pagodes de gosto duvidoso.

Os carnavais dos clubes, dos carros alegóricos e da lança-perfume. Bons tempos onde se subia o morro sem sobressaltos para sambar na Mangueira.

Maria descia o morro, lata d’água na cabeça, sem se preocupar com balas perdidas; o pedreiro Waldemar não perdia o trem e a casta Suzana encantava os marmanjos do Posto 6.

A “Cidade Maravilhosa” não se preocupava com a Maria Escandalosa,aquela que,” desde criança sempre deu alteração;” muito menos, com a Maria Candelaria, a “alta funcionaria”, cuja rotina de trabalho era uma festa;estava em todo lugar,menos na repartição (como hoje,aliás…). 

Abre alas que quero passar pois, yes, nós temos banana que engorda e faz crescer e o bom da vida é viver. 

Meu amado ia me ver de lambretinha e a lua ainda era dos namorados; ele saía no Cordão do Bola Preta sassaricando prá valer, tirando onda que era o Tairone Pouvier, embora com aquela cabeleira parecesse mais a Ava Gardiner, como rezava a marchinha.

Saudades! Tantas que dá vontade de falar: Sêo Condutor, plin plin, para o bonde do tempo e me trás o meu Rio de volta!