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Coaching

Coaching não é remédio, é vitamina

Os profissionais de Coaching surgiram numa época em que o emprego para toda a vida desapareceu, deixando cada um com a responsabilidade da gestão da sua carreira, uma época em que os negócios se tornaram globais e os trabalhadores do conhecimento trouxeram novos desafios para as empresas.

Neste contexto, o processo de Coaching surge como uma forma efetiva de se preparar para os novos tempos e novos mercados.

Coaching é uma atividade profissional relativamente nova no Brasil. Quando eu disse para minha mãe que comecei a trabalhar com Coaching, ela perguntou para mim: não tem alguma profissão em português, minha filha? Antes de ser Coach, atuei por 15 anos em Marketing, minha primeira paixão.

Coaching assim como Marketing não tem uma palavra em português que traduza bem o que é.

Uma das origens do nome Coach vem do francês. Coach é uma palavra francesa antiga que significa “um veículo para transportar pessoas de um lugar para outro”.

E é isso que fazemos: conduzimos processos que ajudam as pessoas a alcançar seus objetivos. Um Coach ajuda a expandir uma habilidade, aumentar seu desempenho e ajuda a pessoa a se tornar o melhor profissional e a melhor pessoa que pode ser.

Os profissionais de Coaching surgiram numa época em que o emprego para toda a vida desapareceu, deixando cada um com a responsabilidade da gestão da sua carreira, uma época em que os negócios se tornaram globais e os trabalhadores do conhecimento trouxeram novos desafios para as empresas.

Neste contexto, o processo de Coaching surge como uma forma efetiva de se preparar para os novos tempos e novos mercados. Sempre que você ouvir ou ler a palavra Coaching entenda desenvolvimento pessoal e profissional. O objetivo é o progresso, o crescimento e não a perfeição.

Na prática, o processo começa com reflexão e tomada de consciência sobre si mesmo. Saber o que você gosta e o que você não tolera, conhecer o que te motiva, o que te energiza e o que te afasta, compreender como seu pensamento funciona e qual a influência dele nos seus comportamentos.

Sem investigar as origens das dores no passado, aí já é terapia. Coaching é diferente: foca do presente para o futuro.

Ao decidir fazer Coaching, a pessoa está de fato disposta a dedicar tempo e energia para ela mesma e com apoio de um profissional que tem a função de ajudá-la a se desenvolver e a concretizar seus sonhos, o processo tem tudo para ser um sucesso.

Cibele Nardi
Coaching e Desenvolvimento Integrado
www.cibelenardi.com



Bullying empresarial

Bullying empresarial – Quando a brincadeira deve ser levada a sério

O Bullyng Empresarial está inserido em diversos aspectos da vida das pessoas, inclusive dentro do âmbito profissional.


Muito tem se falado em bullying empresarial atualmente e também de suas consequências, tema recorrente em salas de aula e nas escolas, no entanto é preciso compreender que esta não é uma prática recorrente somente entre crianças, adolescentes e jovens.

Para discorrer sobre este tema e suas implicações, é necessário que antes possamos compreender claramente o que é o “bullying”,

Segundo Pepler e Craig (1995) bullying é uma afirmação de poder através de agressão.  Suas formas mudam com a idade.

Podemos citar alguns exemplos: na infância, pode ocorrer o bullying escolar, na adolescência, ataques de gangue ou exclusão de grupos e no contexto profissional, na idade mais adulta, temos o bullying empresarial.

Existe uma linha muito tênue entre o que uma pessoa considera uma simples brincadeira de trabalho e o que de fato, ultrapassa estas barreiras, adentrando no âmbito da agressão psicológica e até mesmo física.

Quem agride também emite a informação de querer mostrar “quem manda” independente da hierarquia organizacional, no entanto pode-se instaurar uma reação em cadeia onde o agredido pode querer revidar, comprometendo o clima da organização.

Quando isto ocorre, por mais contraditório que possa parecer, as coisas são mais fáceis de resolver, pois a situação aparece e surge consigo também a oportunidade de resolução deste conflito, o problema ocorre quando a pessoa agredida sofre calada podendo chegar ao ponto de até mesmo pedir demissão sem que a empresa saiba seus reais motivos.

O contexto empresarial, dependendo do segmento da empresa, às vezes permite momentos de descontração e isto deve ser estimulado, pois gera um ambiente de trabalho menos rígido o que deve ser considerado no entanto, não são somente os tipos de brincadeiras, mas a reação das pessoas, ou seja, do agressor e do agredido.

É necessário que se busque conhecimento da situação e não somente das pessoas envolvidas, pois o conhecimento de um caso de bullying é apenas a ponta do iceberg, ou seja, algo muito maior do que realmente parece.

As organizações, independente de contexto, tamanho ou segmento, devem buscar conhecimento acerca deste tema tão relevante que pode afetar diretamente o Clima Organizacional, comprometendo os objetivos, foco e estratégias corporativas.

Deve-se haver por parte de gestores empresariais uma clara compreensão sobre este tema, pois o conhecimento permite a contemplação de um prisma antes não observado, assim segundo Carvalho (2007) o conhecimento transforma, destrói preconceitos e cria alternativas que antes não vislumbrávamos.

Quando uma pessoa aceita um emprego em uma organização, firma-se o que Gibson (2006) contextualiza como contrato psicológico que é algo informal, não escrito.

Ainda para este autor, o contrato psicológico não é um documento assinado entre a pessoa e a organização, mas o entendimento implícito sobre as contribuições mútuas.

Contrato psicológico é a crença de que as promessas foram feitas pelo individuo e pela organização, sem que conversem diretamente sobre isso. Podemos dizer então que o contrato psicológico são as expectativas geradas entre colaborador e empresa, mas que nem sempre são diretamente discutidas.

O contrato psicológico também é construído por parte do colaborador através do que ele pode observar em seu ambiente de trabalho, das politicas, do regulamento e de normas vigentes dentro da organização e é neste ponto que a importância do conhecimento do bullying por parte de gestores deve ser considerada.

Não falar sobre este assunto, é permitir que as pessoas ajam de acordo com seus valores morais e não de acordo com a visão da empresa.

O bullying empresarial é um assunto que deve ser colocado em pauta e discutido de forma clara e aberta, politicas sobre este tipo de práticas devem ser adotadas, para que os colaboradores saibam como agir dentro deste contexto.

Discutir sobre bullying com os colaboradores é cuidar da empresa e das pessoas, garantindo qualidade de vida, um ambiente de trabalho saudável e estimulante além de assegurar que metas, visão e objetivos da empresa sejam cumpridos.

Referências

Carvalho, Cristina A. O poder nas organizações. São Paulo. Thompson Learning, 2007.

Gibson, James L. Organizações: comportamento, estrutura e processos. São Paulo. McGraw-Hill, 2006.

Pepler, D. J., Craig, W. M., & Roberts, W. R. Aggression in the peer group: Assessing the negative socialization process. In J. McCord (Ed.), Coercion and punishment in long-term perspectives. New York: Cambridge University Press, 1995.

novo emprego

Novo emprego! E agora?

Depois de uma maratona de entrevistas, do estresse de procurar um novo desafio, você está prestes a iniciar em um novo emprego?

Prepare-se para encarar uma fase que envolve adaptação às novas demandas técnicas e profissionais e a integração social, com a nova equipe.

Dizem que é raro termos uma segunda chance de causar uma boa impressão, e geralmente é verdade, o que acaba causando boa parte da tensão do inicio em um novo trabalho.

Começar algo novo exige desapego ao que ficou para trás então direcione o seu olhar para frente e foque todos os seus esforços em iniciar bem essa nova etapa de sua carreira profissional.

Uma das definições para o verbo iniciar é: Sujeitar-se à iniciação: Iniciou-se na ordem rosa-cruz. Eu considero que, assim como começar em uma nova seita espiritual, iniciar em um novo trabalho exige submeter-se a todo um ritual de iniciação.

Nas empresas esse ritual não é totalmente explicito, portanto vai exigir de você um cuidado especial.

Trabalhando como Consultora dentro de empresas e atendendo profissionais em processo de Coaching, observo que muitos dos erros cometidos pelos novos funcionários são simples de serem evitados.

Tudo que vamos realizar na vida, é bom que seja precedido de uma reflexão, pois esse cuidado vai garantir menos ” tropeços” e consequentemente mais sucessos.

Vou enumerar abaixo algumas dicas que podem servir de base para uma reflexão antes de começar em um novo emprego e ajudar a ter uma iniciação mais tranquila e suave.

Algumas das informações abaixo estão no livro 60 Verdades para Administrar sua Carreira, de Karen Otazo:

  • No primeiro dia, apresente-se para cada um dos colegas. Um aperto de mão e um “muito prazer” já é suficiente.
  • Em hipótese alguma, faça qualquer comentário pessoal sobre colegas de trabalho. Você ainda não sabe quem é amigo de quem. E por enquanto, você só sabe que ninguém ainda é seu amigo.
  • Colete informações práticas:
    • Saber claramente a localização da sua sala e mesa de trabalho, e como chegar a ela a partir das entradas e dos demais locais relevantes.
    • Saber onde estão as saídas e os locais relevantes à sua atividade.
    • Saber onde ficam os banheiros, a copa, o almoxarifado e a copiadora.
    • Saber o seu telefone e ramal, bem como os dos seus principais contatos.
    • Saber seu login e senha.
    • Saber quais manuais ou guias a organização espera que você leia.
    • Saber o nome e cargo do seu chefe e dos demais colegas próximos – anotá-los discretamente.
  • Começar com a corda toda pode lhe causar problemas

Essa atitude pode gerar agitação entre os colegas, desequilíbrio na empresa e desvantagens a logo prazo.

Você precisa causar uma boa impressão sem pisar no calo de ninguém.

Vale a pena investir um tempo prévio em analisar a situação, conversar com as pessoas, ler relatórios …

  • Feche a boca e não confie em ninguém: quanto menos você falar, mais aprenderá

Nos primeiros dias você deve apenas observar e ouvir, enquanto se expõe o mínimo possível.

Reunir informações de maneira inteligente ajudará você a saber em quem pode confiar e a encontrar estratégias para lidar com aqueles com os quais não tem tanta certeza.

  • Depois de se mudar, cresça onde você esta

Você precisa esquecer seu antigo local de trabalho, o modo como às coisas eram feitas lá, e criar raízes na nova empresa, mostrando lealdade e gratidão. Caso esteja voltando para uma empresa onde já trabalhou, vale a mesma regra, esqueça os velhos tempos E estabeleça vínculos com o novo momento da empresa.

Os recém-chegados precisam conquistar o direito a critica mostrando que conhecem a empresa primeiro.

  • Aproprie-se de seu emprego sem pisar em ninguém

Há dois tipos de pessoas com as quais você deve ser especialmente cuidadoso: aquelas que, de algum modo, consideram seu trabalho parte do território delas (ex. alguém que já ocupou o seu cargo) e as diretamente abaixo de você na hierarquia, que podem sentir que sabem mais do que você ou até mesmo terem almejado seu cargo.

Faça-lhes perguntas abertas, resistindo à tentação de dar sua opinião, a menos que peçam. Respeite-as e tenha consideração por seus pontos de vista – o que não significa que você seja obrigado a segui-los.

Como recém-chegado, você sempre deve começar a partir do que já se encontra disponível. Antes de fazer qualquer modificação, ouça os outros e seja simpático.

  • Descubra quem sabe o quê: construa seu círculo de informações

É importante ter fontes de informações dentro e fora da empresa. Essas devem ser pessoas em quem você pode confiar plenamente.

  • Saiba em quem confiar para não se queimar

A confiança é algo que se desenvolve gradualmente por meio de experiências compartilhadas.

É útil considerar cuidadosamente que tipo de confiança você deve depositar em cada pessoa. (Leia o post – Em Quem você confia? por Liana Westin – 26/11/2011)

  • Respeite seu chefe: vale a pena fazer as coisas do jeito dele

Um bom relacionamento com seu chefe faz toda a diferença em seu crescimento profissional. Seu chefe pode construir sua reputação ou pode destruí-la completamente.

Não importa o que você pense sobre seu chefe, aja sempre com respeito. Você pode aprender muito com um chefe ruim. É seu papel se adaptar aos métodos de trabalho de seu chefe, e não o contrário.

Lembre-se: Para ser diferente primeiro você tem provar que sabe ser igual!

Pense nisso e compartilhe suas impressões sobre esse post, quem sabe já passou por alguma situação que pode dividir conosco.

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Abraços.

Yara Leal de Carvalho

www.questaodecoaching.com.br

entrevista de emprego

Como se portar em uma entrevista de emprego

São muitas as variáveis que influenciam no desempenho em uma entrevista de emprego.

Na maioria dos casos são coisas simples, porém um erro em alguma delas pode ser fatal.

Um simples descuido, e tudo vai por água a baixo. Por isso, os mínimos detalhes devem ser bem cuidados, a fim de fazer com que a entrevista seja a mais perfeita possível.

Sabendo que simples cuidados, como ter sempre um bloco de notas em mão, para anotar algo importante se necessário, deve ser levado em consideração.  

A primeira impressão é sempre visual, portanto devem ser tomadas as medidas necessárias, para que essa parte fique impecável. Uma roupa mais escura, puxando para o preto, sempre é válida.

Mas sem exageros, sem estampas, nada que chame muita atenção. Também se deve ter cuidado no exagero nos acessórios, principalmente das mulheres, pois isso é outra coisa que pode roubar a atenção.

O cabelo sempre bem cortado e a barba feita são de praxe, sem esquecer-se das unhas, que devem estar bem aparadas.

O sapato, no caso dos homens, deve sempre estar bem limpo, polido e brilhando. No caso das mulheres, nada de saltos exagerados. Tudo isso para dar uma boa primeira impressão.

Outro grande cuidado deve ser no horário, sempre estar alguns minutos antes da hora marcada, e jamais se atrasar.

A preparação para a entrevista é fundamental. O entrevistado deve estar muito bem informado sobre a empresa, saber os mínimos detalhes sobre ela.

Pois além de mostrar que está muito interessado na vaga, permite a ele, fazer perguntas inteligentes ao entrevistador.

No mundo dos negócios, uma pessoa que não se prepara para a entrevista, chegando nela sem saber nada sobre a empresa, é uma pessoa que não está muito interessada na vaga, e assim logo é descartada. Sem esquecer-se de estar preparado para responder qualquer tipo de pergunta.

O cuidado na linguagem verbal é muito importante, porém tem de haver um grande foco na não-verbal também, pois o corpo pode falar mais que a boca em alguns momentos. Sentar-se de forma confortável, mas sem exagero, postura sempre reta e nada de espichar as pernas.

Não é recomendado que o entrevistado fique brincando ou mexendo em algum objeto a sua volta. Na parte verbal, cada palavra deve ser pensada antes de ser dita, sempre adotando uma forma formal e extremamente profissional.

Falar com confiança, dando sempre impressão de estar seguro no que está falando, e sempre de forma respeitável e cordial. Nunca tratar o entrevistador pelo seu nome, a não ser que este lhe de abertura para isso. Compostura, falar o que for necessário, porém sem exageros. Nada de enrolar muito.

Num simples gesto de desrespeito, como chegar à sala da entrevista e sentar sem o convite do entrevistador, pode decretar ou ruir as chances do entrevistado. Não chega a ser um desrespeito grave, porém conta pontos importantes que podem decidir no final. São esses poucos detalhes que devem ser seguidos com cuidado.

Às vezes, de tão simples que são, acabam sendo esquecidos, porém, são eles que irão decretar o sucesso ou não do entrevistado.